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Belém aposta na bioeconomia para crescer com conservação da Amazônia

Cidade-sede da COP30 valoriza produtos da floresta em vez de desmatamento

Belém aposta na bioeconomia para crescer com conservação da Amazônia
Belém aposta na bioeconomia para crescer com conservação da Amazônia (Foto: Reprodução)

Enquanto sedia a COP30, Belém (PA) apresenta um modelo de desenvolvimento voltado para a preservação da floresta: a cidade aposta em uma bioeconomia que transforma produtos amazônicos em mercadorias sustentáveis. Em vez de explorar a floresta via desmatamento para mineração ou pecuária, a iniciativa incentiva o uso de itens como açaí e castanha-do-pará para gerar renda local e proteger o meio ambiente.

O governo do Pará inaugurou um Parque de Inovação e Bioeconomia, com investimento de R$ 300 milhões, para formalizar esse novo ciclo econômico. A ideia é fomentar empresas que trabalhem com cadeias produtivas sustentáveis, gerando emprego, renda e desestimulando práticas extrativistas destrutivas.

Ao integrar o conhecimento tradicional das comunidades indígenas e ribeirinhas, o plano também visa fortalecer a cultura local, além de preservar a floresta. Para os idealizadores, esse modelo pode servir como exemplo global de desenvolvimento “verde”: um caminho de prosperidade que não sacrifica a biodiversidade.

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